terça-feira, 9 de março de 2010

Post pequeno para engenheiros preguiçosos.

“No amor desesperado, nós sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros, exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficando arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nós mesmos criamos."

“Ele espera que eu saiba o quanto ele me adora, e que não consegue sequer encontrar palavras para expressar isso. ' Mas, agente não é o que o outro precisa'.”

“Nós nos amávamos. O problema nunca foi esse. Só não conseguíamos descobrir como parar de tornar o outro desesperadamente, alucinadamente, desgraçadamente infeliz."


* São do livro que estou lendo atualmente. Comer Rezar Amar.

Quando terminá-lo volto pra dizer o que achei, por enquanto, adianto que estou gostando.

* Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

2 comentários:

C Felintro disse...

duas coisas...

1) Não vi semelhanças com a realidade mesmo...

2) Não entendo como alguns escritores conseguem escrever coisas que possam deprimir tanto seus leitores.

Nay disse...

1) Não há semelhanças porque nosso amor não é um amor desesperado. É exatamente o oposto.

2) Não acho que ela deprima alguém com o que ela escreve? Deprimiu a você?

3) Seus comentários são únicos.É incrivel como nós vemos o mundo por óticas diferentes.As nossas diferenças são do tipo que aproximam e não daquele tipo que repele.

amomuitotudoisso.