Depois do Rafel cortez que aliás, é até que bonitinho pessoalmente (eu adorei todas as vezes que ele apontou para o próprio tênis e disse 'vans') fomos ao ponto da traíra, numa travessa da Goiás.
Óbvio que eu não comi. Não como peixes. Menos ainda traíras. Menos ainda traíras cabeçudas.
Então, como sempre comi batata frita com cathcup e tomei um drink qualquer. Até tinha caipirinha, mas eu desconfiei que um estabelecimento que comercializa traíras cabeçudas não deveria fazer boas caipirinhas.
O mais divertido foi ver os fãs das traíras cabeçudas se acabarem na Original gelada.
Óbvio que eu não bebi original. Não bebo cerveja. Menos ainda acompanhada de traíras cabeçudas.
Eu sei que no final da noite, me acabei de rir com a Natália:
( Naty ) Eu nunca mais vou jogar aquele jogo (o do Bob Esponja, que o Ricardinho comprou pra ela)
( Nay ) Mas, porque? Como é o jogo?
( Naty ) É tipo, Mario, sabe?
( Nay ) Ahã.
( Naty ) Só que é muito perigoso.
uhuahuahuhuauha.
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