quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Sonhos...

Há algum tempo, li em algum canto a citação de um livro de Amyr Klink, que eu nem sabia quem era.
Era uma frase sobre solidão e saudade e que me despertou uma vontade imensa de ler o tal livro.

Algum tempo passou, a vida ficou de ponta cabeça e agora que começou a voltar ao normal, me lembrei do tal livro. Imediatamente comuniquei a ele a minha vontade e ele se prontificou a comprar o livro pela internet pra mim. Ele vive me dizendo que eu sou muito 'dependente' dele. Tudo isso porque eu me recuso a aprender a mexer no mercado livre.

Ok. Sou independente.
Então, me muni de toda essa independência e fui a livraria. Por essas épocas em que eu não exerço nem uma atividade remunerada tenho me recusado sistematicamente a qualquer passeio que envolva o gasto de dinheiro. Mas, eu precisava de um livro pra ler. Precisava. Eu sou assim: movida a livros.

E é engraçado como algumas coisas trazem pequenas doses de alegria aos nossos dias né? Basta agente estar minimamente disposto a enxergar.

Foi neste dia que eu comprei uma raspadinha (coisa que há séculos eu não fazia) e ganhei um real. Me senti o ser mais sortudo deste mundo. Estou guardando a tal raspadinha premiada na carteira. E sempre que esbarro com ela me sinto um ser de sorte.

Pra completar o meu dia de sorte no caixa descobri que tinha direito a um bônus de 15 reais. Sendo assim, o livro custou a bagatela de cin-co re-a-is e cin-quen-ta cen-ta-vos. Um pechincha. Sério.

O livro se chama Cem dias entre o céu e o mar e fez um bem pra minha alma que vocês não tem idéia.
Já na primeira pagina, aquelas que o autor escreve qualquer bobagem só pra dar um start na coisa me deparei com a seguinte frase:

"Descobri como é bom chegar quando se tem paciência. E para se chegar, onde quer que seja, aprendi que não é preciso dominar a força, mas a razão. É preciso, antes de mais nada, querer."
E céus, como é verdade isso. E como é dificil ter a tal paciência.
Eu fiz uma entrevista na terça feira, pra trabalhar numa empresa em Riberão Pires. O salário não é dos melhores, é um contrato de seis meses apenas pra cumprir licença maternidade. E como eu quero este emprego. É o tempo certinho que eu preciso para partir.
Então, Deus, eu sei que o Senhor não acessa a internet e não deve ler o meu blog. Eu sei que eu não ando com créditos pra pedir muita coisa. Eu sei que é Você quem manda. Maaaaaaaaaaaaas, não custa nada pedir: Eu quero muito. Muito. Muito. Muito.
E se você, caro leitor, tiver um tempinho e puder pedir para o Papai do Céu quebrar esse galho pra mim. Eu vou ficar muito feliz. Porque eu quero muito. muito. muito. E eu sou do tipo de pessoa que acredita em pensamento positivo e coisa e tal.
A resposta, como tantas, outras ficou de ser dada até sexta feira. E como todos sabem, amanhã é sexta. E  eu quero muito. muito. muito. trabalhar lá.

(O post na verdade era pra falar do livro do Amyr Klink, mas, o meu coração tá tão apertadinho a espera desta resposta que acabei perdendo o fio da meada. Enfim. Comento sobre o livro, amanhã. Sorry!)

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