terça-feira, 14 de setembro de 2010

As piadas que eu gosto.

E daí que eu saá na sexta com o pessoal da faculdade pra comemorar o aniversário da Vivian.
E a Vivian levou as amigas burguesas dela, o japonês levou a namoradinha dele, Caio não foi e eu tomei umas caipirinhas, três pra ser mais exata.
Então quem me conhece já sabe qual foi o estado da pessoa.
Ri e me diverti horrores e diverti todo mundo também. Certeza.
Todas as outras vezes que eu bebi levei comigo alguém de confiança pra cuidar de mim, me levar no banheiro, não deixar que eu contasse a senha do meu cartão pro bar inteiro, que eu não apanhasse no banheiro da mulherada, que eu não posasse na foto de todo mundo. Aí que dessa vez como se não bastasse estar sozinha, ainda estava com aquele povo todo granfino e talz e adivinhe?
Me comportei muitissimo bem, tomei minhas caipirinhas, não dancei ( porque não sei e porque se eu dançasse caía, certeza), dirigi até em casa bebada, bebada, bebada, não falei dos peitos de ninguém, não contei minha senha pra ninguém.
O mico da noite foi quando o japa resolveu me contar uma piada e a piada era dessas de humor negro, que ri das desgraças dos outros e eu cai no choro, fique triste mesmo. Nem me lembro que piada era só sei que a primeira coisa que eles lembraram ontem foi da tal piada que eu chorei.

Eu gosto de piada assim:

- Eu sou Djalma e quero um pastel de queijo.
- De que?
- Djalma.

rarararara

- Eu sou paraguaio e vim aqui para matá-lo.
- Para que?
- Paraguaio.

rararararara

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