Eu gosto das histórias que as pessoas trazem consigo. E normalmente as melhores histórias que ouço são de pessoas mais velhas que já viveram mais. E digo viveram mais coisas em questão de quantidade mesmo e não só em intensidade.
São os estas histórias que cada um de nós traz que me interessa, que eu acho graça, que me chama a atenção. E então, eu me desdobro a fazer perguntas. E como eu gosto de perguntar, céus.
São essas histórias que cada um de nós traz que me faz ter a impressão de que as pessoas são como livros.
Alguns são bem chatinhos de se ler. Outros, prendem a nossa atenção. E assim por diante.
De todos os livros que agente lê na vida, agente guarda um pouquinho, agente muda um pouquinho, agente aprende um pouquinho.
E eu ouço as histórias das pessoas que parecem livros e que parecem retalhos também e me ponho a tecer uma infinita colcha.
Sim, porque tenho a impressão que eu sou como uma colcha de retalhos, com varias cores, varias texturas, varios tamanhos formadas por todas essas histórias que ouço por aí.
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